DARK SOULS™: REMASTERED
Gráficos
4 138

Jogadores em jogo

119 152 😀     10 147 😒
90,93%

Classificação

Compare DARK SOULS™: REMASTERED com outros jogos
$19.99
$39.99

Avaliações de DARK SOULS™: REMASTERED

E então, o fogo irrompeu. Redescobre o jogo aclamado pela crítica e que forjou um novo género. Regressa a Lordran com uma magnífica remasterização com detalhes espantosos em alta definição e a 60 fps.
ID do aplicativo570940
Tipo de aplicativoGAME
Desenvolvedores
Editoras Bandai Namco Entertainment, FromSoftware, Inc
Categorias Un jugador, Logros de Steam, Multijogador, Compatibilidad total con controladores, Jogar remotamente na TV, Jogo Remoto no Telefone, Jogo Remoto no Tablet
Gêneros Ação
Data de lançamento23 Maio, 2018
Plataformas Windows
Idiomas suportados Portuguese - Brazil, French, Italian, German, Spanish - Spain, Simplified Chinese, Japanese, Russian, English, Korean, Polish

DARK SOULS™: REMASTERED
129 299 Total de avaliações
119 152 Avaliações positivas
10 147 Avaliações negativas
Muito Positivo Pontuação

DARK SOULS™: REMASTERED acumulou um total de 129 299 avaliações, com 119 152 avaliações positivas e 10 147 avaliações negativas, resultando em uma pontuação geral de "Muito Positivo".

Gráfico de Avaliações


O gráfico acima ilustra a tendência do feedback sobre DARK SOULS™: REMASTERED ao longo do tempo, mostrando as mudanças dinâmicas nas opiniões dos jogadores à medida que novas atualizações e recursos foram introduzidos. Essa representação visual ajuda a entender a recepção do jogo e sua evolução.


Avaliações Recentes do Steam

Esta seção exibe as 10 avaliações mais recentes do Steam para o jogo, destacando uma variedade de experiências e opiniões dos jogadores. Cada resumo de avaliação inclui o tempo total de jogo, junto com o número de reações positivas e negativas, indicando claramente o feedback da comunidade.

Tempo de Jogo: 2803 minutos
Esse jogo é o início de uma longa história de hiperfoco meu… Como falar de RPG sem falar de soulslike, e como falar de soulslike sem falar de Dark Souls 1? A mesma quantidade de amor que eu sinto por este jogo é a mesma quantidade de ódio que eu tenho por ele. Cada momento que eu passo admirando os locais deste jogo é algo que eu não me canso de observar. Anor Londo (conhecido também como Anal Rodeo) é, de longe, o meu local favorito do game. Por mais de locais chatos e boss fights irritantes (malditos sejam Ornstein & Smough), eu amo muito os bosses de Anor Londo, e principalmente o Gwyndolin. Por mais que eu não ache a luta em si tão chata, a sua lore — de permanecer todo o reino em uma eterna ilusão para parecer que tudo nunca colapsou pelos erros de seu pai, Gwyn — é simplesmente incrível. E, inclusive, que final boss foda… É impossível não reconhecer a OST magnífica que toca nessa luta (plim plim plom). Pela primeira vez que você o enfrenta, isso gera um frio na barriga de estar completando o jogo e, enfim, se tornar um herdeiro do fogo, começando toda a história que vem em seguida de Dark Souls 1 (menção para quando o Soul of Cinder, em Dark Souls 3, usa sua segunda forma e os ataques de fogo junto com a OST semelhante à do Gwyn — é simplesmente FODA!!!!!!). De OST, esse jogo não decepciona em nenhum momento (desconfio de Pinwheel, mas vou relevar). Principalmente a do Sif, que é uma das OST mais fodas de toda a saga Souls. Há quem diga que as OST de Dark Souls 1 foram forjadas no inferno e banhadas ao céu para serem tão perfeitas como são. Entretanto, todavia, existem muitas partes deste jogo que são insuportáveis de se passar, como o Capra Demon. Puta que pariu, que boss insuportável de se enfrentar quando você joga esse jogo pela primeira vez. Quantas e quantas vezes eu já não dropei o game por conta do Capra… eu já perdi as contas de quantas vezes foram, kkkk. Outra parte incrivelmente chata do jogo são as Catacumbas (qualquer lugar desse canto é chato pra caralho). Quando se joga pela primeira vez, esse lugar te arranca boas e boas horas tentando passar por esse buraco de formiga desgraçado. Lutar contra o Nito foi uma luta interessante, porém chata. Odeio cada canto das Catacumbas. E todo o panteão de armas desse jogo é algo do caralho. É muito bom poder voltar a jogar isso e pegar uma Zweihander, uma alabarda ou uma Claymore. São armas que eu amo jogar sempre que inicio uma run como Guerreiro ou Piromante. Falando sobre isso, as classes são algo muito bom. Por mais que eu tenha jogado muito mais com Guerreiro, Piromante e Clérigo do que com as demais, eu gosto bastante de todas as classes — ainda mais o Despojado. Não há nada melhor do que pegar um pedaço de pau, upar até o máximo e descer a paulada em todo mundo nesse jogo. A variedade de builds também é muito boa. Não direi que é uma grande variedade, mas são ótimas opções para se fazer in game. Como, por exemplo, upar apenas força, ou fazer uma build de destreza, que é realmente uma experiência, kk. Mas, com toda certeza, minha build favorita sempre vai ser upar apenas fé, e nada além disso. Usar os milagres e zerar assim é muito (irritante) BOM!!!! Gostaria de fazer mais uma menção honrosa ao Cebolão, que está presente no jogo pela primeira vez e sempre marca sua presença incrível nos Souls. Poderia escrever por muito tempo sobre como Dark Souls 1 marcou minha vida, Já é a terceira conta que eu compro e estou platinando esse jogo. Ele me fez aprender sobre muitos assuntos importantes que carrego comigo e venho a compreender melhor com o tempo. Recomendo a todos que deem pelo menos uma chance a Dark Souls, e garanto que vão se apaixonar por esse universo foda! Mas comprem na promoção… isso é caro pra um caralho.
👍 : 1 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 2851 minutos
Uma verdadeira masterpice no mundo dos jogos, bonito, charmoso. Um jogo que não tem medo de ser jogo, não pega na sua mão e mastiga pra você engolir Ele confia em você enquanto jogador, na sua capacidade de ler, explorar, entender, tentar, errar e tentar novamente Não tem como não recomendar Você não vai se arrepender
👍 : 1 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 7565 minutos
Dark Souls é um RPG 3D de mundo aberto, com elementos de hack and slash, conhecido principalmente por sua dificuldade e por uma narrativa pouco intrusiva. E, por muito tempo, isso nunca foi suficiente para me interessar de verdade pelo jogo. Não é que esses elementos fossem ruins, pelo contrário, mas, pra mim, faltava algo que despertasse vontade de jogar. Algo além das mecânicas ou da forma como o enredo é construído. Afinal, era isso que meus amigos e grande parte da comunidade sempre destacavam quando falavam do jogo. Só que Dark Souls é mais do que isso. Ele tem um enredo e, principalmente, ambientações únicas, que dizem muito mais do que qualquer explicação direta. A premissa da história é simples e muito interessante. Em um mundo estático de dragões, onde nada acontece, tudo muda com o surgimento de uma chama, que cria contrastes como frio e calor, morte e vida. A partir dela surgem seres que encontram as almas dos lordes e se tornam poderosos. Insatisfeitos com esse mundo imutável, esses lordes derrotam os dragões e inauguram uma nova era. A partir daí, surge a profecia de que um dia um Undead, um humano capaz de reviver, mas que perde parte de sua sanidade a cada morte, irá derrotar os lordes e reacender a chama que, apesar de tudo, está se apagando. Com o tempo, porém, fica claro que essa profecia não é consenso. Existe uma disputa constante sobre o que deve ser feito: manter a chama acesa ou deixá-la se apagar. O jogo inicialmente aponta para a ideia de reacendê-la como algo natural ou correto, e só em uma nova jornada outras versões dessa história ficam mais evidentes. Isso é algo que me incomoda um pouco, já que Dark Souls é longo demais para depender de uma segunda run como principal forma de apresentar esse outro ponto de vista. Ainda assim, entendo a escolha dos desenvolvedores. O mundo do jogo também é interessante por não apresentar uma verdade única. Existem cultos, pactos e crenças diferentes, cada um com suas próprias regras e consequências. O jogador pode se vincular a esses sistemas, lidar com ideias como pecado e perdão, e sentir o peso das próprias escolhas. Isso reforça a sensação de um mundo fragmentado, onde não existe uma resposta clara ou definitiva. Apesar disso, o que mais me decepciona é a forma exagerada como a narrativa não intrusiva é usada. É interessante que parte da história esteja nos itens e nos cenários, mas a quantidade de informações espalhadas dessa forma torna impossível absorver tudo jogando normalmente. Isso faz com que muitos jogadores terminem o jogo sem entender sequer o cerne da história. A ideia de deixar o mundo contar a história é ótima, mas não deveria servir como desculpa para largar a narrativa de forma excessivamente fragmentada. Em termos de ambientação, Dark Souls é fenomenal. O level design é excepcional, com áreas que se conectam de forma inteligente e criam uma sensação constante de imersão. O jogo alterna entre lugares sombrios, solitários e claustrofóbicos, e momentos de respiro com vistas amplas e bonitas. A ausência de trilha sonora fora das batalhas contra chefes reforça muito bem essa sensação de solidão, embora em alguns momentos possa se tornar um pouco monótona. Em contraste, as músicas dos chefes são excelentes e combinam perfeitamente com a estética e o clima de cada confronto. O jogo é conhecido pela dificuldade e, como iniciante em soulslike, eu sofri bastante no começo. Ainda assim, os próprios bosses funcionam como professores. Com o tempo, fica claro que Dark Souls é muito mais sobre movimentação e paciência do que sobre reflexos rápidos. Justamente por isso, derrotar inimigos e chefes é extremamente satisfatório. Infelizmente, o jogo também sofre com problemas técnicos. Bugs acontecem com frequência, e considerando que muitas decisões são irreversíveis, isso pode ser frustrante. Além disso, o movimento de câmera é ruim, algo difícil de justificar em um remaster de 2018 que continua sendo vendido a preço cheio. O balanceamento também levanta questões. Armas muito fortes podem ser encontradas cedo demais, e as melhores armaduras ficam disponíveis no meio do jogo, em áreas que todo jogador acaba alcançando. Isso contribui para uma curva de dificuldade irregular, onde alguns chefes do início são mais difíceis do que muitos do final. A mecânica de convocar NPCs ajuda a equilibrar isso em certos momentos, mas o online, no geral, é problemático. A ideia é interessante, mas na prática o desbalanceamento entre jogadores experientes e iniciantes torna a experiência injusta, algo que felizmente pode ser contornado jogando offline. Apesar de tudo isso, Dark Souls conseguiu algo raro. Mesmo com falhas claras, eu continuei jogando por horas todos os dias e acabei zerando o jogo em poucos dias. A combinação entre a premissa, o universo, os personagens, o combate em terceira pessoa com espadas e o level design criam uma experiência extremamente envolvente. Eu queria descobrir mais sobre aquele mundo, entender melhor sua história e ver até onde aquela jornada iria. No fim, o que sustenta Dark Souls para mim é justamente sua ideia central. Os problemas não tornam o jogo ruim, apenas impedem que ele seja perfeito. Pelo impacto da experiência, pela força da premissa e pelo conjunto da obra, Dark Souls merece um sólido 9/10.
👍 : 1 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 4313 minutos
Eu nunca mais serei o mesmo depois desse jogo. Uma pena que eu tomei coragem de jogar Dark Souls depois de tanto tempo, as experiências que o jogo te proporciona são únicas. A história é magnífica, os Boss são conectados em um mundo caótico que precisa seguir o ciclo natural ou tomar um caminho diferente da ordem, e é aí que a mágica acontece, a escolha define o rumo do mundo e como a humanidade seguirá após a derrota do Lorde da cinzas. Francamente, o jogo é necessário para qualquer um que se preze como ser humano, pois ele te ensina sobre humildade e resiliência como nenhum outro. A gameplay é simples em um primeiro momento, mas o ambiente e os inimigos fazem com que o jogo torne-se um inferno. Quanto a platina, não acredito que seja um grande desafio, isso porque ao jogar entendemos que o jogo é naturalmente difícil, então ela vem a partir de uma busca simples. Há um locais de Farm necessários para completar, mas nada que tira o sono do jogador. Enfim, afirmo que o presente jogo é, com todas as letras, espetacular. Presto meus mais profundos agradecimentos ao presente jogo que me ensinou a continuar no "caminho". Agradeço.
👍 : 1 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 1016 minutos
Simplesmente o melhor Souls like de todos, história boa, combate bom, mapa perfeito entre outros. 10/10
👍 : 1 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 4746 minutos
Extremamente overpriced para um remaster que não muda nada do jogo original de 2011. Compre se for muito fã, caso contrário pirateie e compre Dark Souls 2 ou 3.
👍 : 2 | 😃 : 2
Negativo
Tempo de Jogo: 6320 minutos
Pra meu primeiro jogo do genero souls like posso afirma que foi bastante desafiador no começo, muito mais por conta de nao saber como nem por onde progredir no mapa ja que nao tem um pra se guiar e as mecanicas tambem eram novas pra mim kk. recomendo pra quem quer começar nesse genero iniciar por esse jogo, mesmo a curva de aprendizado sendo maior do que os outros e sendo bem punitivo pros novos jogadores. com bastante esforço da pra aprender.
👍 : 3 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 3254 minutos
Dark souls 1 é magnífico, tem uma atmosfera que os outros não tem, apesar de ter os oponentes mais lentos e bosses mais simples, é satisfatório progredir no jogo e possui uma estética mais escura que me agrada. 11/10
👍 : 5 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 4153 minutos
Meu primeiro soulslike, e mano… que jogo massa. A gameplay desse jogo, no início, foi um pouco difícil por causa dos controles. Eles são durinhos e lentos, e também tem o fato de você não poder dar roll diagonal, meu pai, isso faz falta. Mas você se acostuma, e quando se acostuma, a gameplay desse jogo vira um passeio no parque de tão agradável. Outra coisa espetacular desse jogo é o seu level design, que é impecável… tirando Izalith Perdida. Todo o mapa é conectado, e quando você percebe isso, você fica: “caralho… que jogo pika”. Quando eu peguei aquele elevador daquela igreja em que a gente derrota as gárgulas e cheguei em Firelink Shrine, eu fiquei perplexo. As músicas… bom, não tem muitas. Na verdade, a maior parte do jogo você fica apenas escutando os barulhos da sua armadura e do ambiente ao redor. Porém, quando você chega nos bosses, aí a parada vira outra: uma barra de vida aparece e uma música épica começa a tocar, e aí você percebe que tá muito fudido. Eu não conseguia prestar muita atenção na música porque, normalmente, tinha um arrombado de dois metros tentando me matar. Mas depois eu escutei elas pelo YouTube e aí sim consegui aproveitá-las. As minhas favoritas são a do Sif e a do Ornstein e Smough. Também existem músicas mais calmas, como a de Firelink Shrine, que toda vez que eu escutava sentia que tinha encontrado a paz de espírito. E antes que eu me esqueça: plin plin plon é best soundtrack of videogames of all time. Um comentário solto agora: eu achei a variedade de builds desse jogo impressionante. Dá uma vontade gigantesca de fazer outra run só pra testar uma arma ou outro estilo de gameplay. A história de Dark Souls é única. Ela não é contada por meio de diálogos expositivos, mas por outras coisas, seja a descrição de um item ou o ambiente ao seu redor, e isso é muito maneiro. O universo todo de Dark Souls é muito vivo; acho que era essa a palavra que eu tava procurando.Tantos personagens únicos, sejam bosses como Sif, Gwyn ou Artorias, ou NPCs como Siegmeyer (cebolão para os íntimos), Laurentius e Quelana. Todos esses personagens carregam diálogos ou histórias memoráveis. Não só o universo de Dark Souls é belo, mas o que ele ensina também é: sobre não desistir e não se tornar um ser vazio. Gosto muito do fato de que a morte em Dark Souls não é só tratada como uma parte da gameplay, mas também tem correlação direta com a história. Agora, talvez o maior charme dos soulslike: os bosses. Quero falar primeiramente: pau no cu do Capra Demon. O filho duma mãe, além de ficar numa área maldita que é habitada por ladrões e cachorros no quinto estágio da raiva, ainda luta numa arena do tamanho de um micropênis, e o filho de uma cachorra ainda tem a coragem de ser ajudado por dois dogs. Dito tudo isso… amei o boss. Outro boss que eu amei foi Ornstein e Smough. Eles são bastante desafiadores, mas não impossíveis. O sentimento de matar eles pela primeira vez é algo único, e ainda tem a recompensa que nos espera depois de derrotá-los: big chest ahead. Quero também englobar os bosses da DLC: Artorias, Manus e Kalameet, bosses extremamente divertidos de se enfrentar. O Gwyn é outro boss incrível, porque a bossfight contra ele carrega um peso, um significado, e isso faz dela uma das bossfights mais marcantes do jogo pra mim. Comentário aleatório novamente: eu gosto muito do gigante da DLC, o Gough. E você pergunta: por quê? Porque ele é muito foda. O cara é um gigante cego, brother pra caralho, e a cutscene dele acertando o Kalameet com uma flecha é absolute cinema. Falando sobre a DLC, eu adorei ela. Seja pelas bossfights citadas anteriormente ou pela sua história. Porra, família, não tem como: Artorias tem muito estilo, e a história dele é pika pra caralho. Todo o mapa da DLC é muito foda também. Você ir adentrando cada vez mais no abismo é algo genuinamente muito legal e aterrorizante ao mesmo tempo. Agora eu quero falar do que eu não gostei. Primeiramente: Berço do Caos. Eu realmente preciso dizer algo a mais? Além da área ser um CU de tão mal feita, a luta contra o boss é um parkour. Que isso? Tô jogando Super Mario agora? E pra lutar contra o boss você ainda tem que correr uma maratona toda vez, pisando na porra da lava que faz um barulho infernal. Pra mim, essa é a pior parte do jogo. Também não gostei muito do Seath e dos Quatro Reis. As áreas deles não são ruins, muito pelo contrário. Gosto bastante da Biblioteca do Duque e de Nova Londo, principalmente Nova Londo, por conta da ligação com o abismo. Mas os bosses têm um problema em comum: eles são ridiculamente fáceis. Você literalmente gruda neles e começa a bater, e eles não fazem mais nada. Isso foi bem decepcionante pra mim. Gosto da mecânica de ter que perder pro Seath e ir parar na prisão, e também da mecânica de destruir o cristal pra conseguir dar dano nele, mas ele é fácil demais, e isso tirou parte da diversão da bossfight. Já os Quatro Reis, como eu disse antes, têm uma área muito massa, mas a bossfight é literalmente você grudar neles e bater. E, porra… que broxante, tá ligado? Um dos bosses finais ser desse jeito é muito paia. Eu também não gosto do teleporte entre as bonfires. Tipo… por que eu não consigo teleportar pra todas as bonfires??? Bom, acho que é isso. Adorei o jogo, platinei, e agora eu sou o Mr. Dark Souls. Nota: 9/10
👍 : 9 | 😃 : 0
Positivo
Tempo de Jogo: 5531 minutos
YOU ARE DEAD! Um de muitos souls likes que mudaram a indústria dos jogos, dito isso jogo bom demais. Se tu quer jogar ele, pegue em uma promoção, para mim não vale apena pagar preço cheio em um jogo remasterizado que saiu em 2018, é só minha opinião divirta-se jogando esta obra prima! 10/10 Valeu cada Segundo Obrigado :)
👍 : 14 | 😃 : 3
Positivo



Carregamento de arquivos